Este é um blog de coisas fofinhas e desabafos... Realizado pela Débbby!





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Eu sou a Débbby. Meu nome tem três "bs" porque quero ser original! Sou fisioterapeuta, trabalho em um CTI e também com acupuntura, tenho 26 aninhos, sou carioca e tenho namorado... Maiores informações sobre a autora deste blog, só com o passar do tempo, lendo os posts, ou escrevendo para a própria!





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::Quinta-feira, Novembro 29, 2007::


Show na Sala Funarte Sidney Miller (Rio) - YAMANDU COSTA + SONS DO CERRADO E PROJETO PIXINGUINHA



Rod e eu achamos o show meio sem querer, meio em cima da hora, mas deu tudo certo no final (fora a hora que passamos em frente a uma câmera e o camera man reclamou!). Mas foi um show muito do bom! Adorei, apesar do sono depois de um dia corrido de plantão... Hoje queria compartilhar as informações que obtive, através do meu blog, sobre esse show, espero que os leitores gostem!

Para explicar melhor o grupo que cantou e o projeto:

O Projeto Pixinguinha promove o intercâmbio de manifestações musicais entre as diversas regiões do país, gratuitamente ou a preços populares. Público: Geral Diretrizes do Programa: Fomentar e difundir a Música Popular Brasileira

Grupo Sons do Cerrado:

"Numa época onde as tradições se perdem e a natureza é depredada, um grupo musical tem a proposta de resgate dos valores culturais do cerrado, recuperando as manifestações folclóricas através da música.
É um trabalho que faz o mapeamento do panorama cultural do cerrado, coletando os sons entre as comunidades locais e realizando uma reeleitura de músicas e composições regionais, como Marimbondo Amarelo registrando tudo em DVD. Pelo interior da Bahia (Correntina) Goiás (Uruaçu, Jataí) e povos indígenas eles buscam as manifestações já quase perdidas, que são apresentadas com técnica, arranjos e instrumentações em linguagem moderna.
Segundo o professor Altair Sales Barbosa da UCG, também autor de algumas letras cantadas pelo grupo, como Cantiga para Maria Balão, o trabalho de pesquisa musical tem resgatado manifestações inéditas, conseguindo guardar a memória cultural de regiões isoladas no interior da Bahia e muitos outros locais.
É um trabalho que revela a vivência dos povos do cerrado a respeito de seu ambiente, suas crenças, seus costumes, e os costumes dos bichos e das raízes de cantarem o seu lugar. As músicas são em sua maioria, de domínio público e ainda com trechos originais de grupos folclóricos. As manifestações culturais como congada, catira, folias, sussia, chimite e outros servem de inspiração para o grupo, cujo trabalho já se destaca no cenário nacional. São reinterpretações que levam o ouvinte a um mundo mágico, misturando tradição, técnica e talento. Exemplo da música "Aboio".
Andréa Luiza Teixeira, componente do grupo, diz:
- Nossa intenção é produzir Cds e Dvds mapeando o panorama cultural de diversas regiões. Já fizemos nove volumes com esses sons coletados e adaptações da produção cultural de composições oriundas do cerrado.
O cd Alumeia, lançado recentemente, contou com a participação dos músicos Zeca Baleiro, Carlos Malta e Larissa Malty, que interpretando a Velha do Cerrado utiliza a arte como forma de sensibilizar e promover a educação ambiental.
Selecionado para o Projeto Pixinguinha, o grupo Sons do Cerrado vai integrar a quarta caravana de artistas e vai se apresentar durante este mês de novembro, em diversas capitais do Nordeste acompanhado do violonista Yamandu Costa. A turnê será encerrada dia 21 no Rio de Janeiro, com a gravação de um DVD (meu amor e eu fomos assistir!!!!)
Essa participação do grupo no Projeto Pixinguinha representa a valorização de um trabalho sério realizado pela Universidade Católica de Goiás, através do Instituto Tropico Subúmido (ITS).
Músicos renomados como Djavan, Zé Ramalho, Zeca Pagodinho, Zélia Duncan e tantos outros se tornaram conhecidos através do Projeto Pixinguinha, e assim espero que seja com os goianos do grupo Sons do Cerrado. São eles: Alba Franco (cantora); Andréa Luísa Teixeira (Flauta); Verônica Aldé (Flautas) e Vagner Rosafá (piano e percussão); pelos instrumentistas Diego Amaral, Tio Quincas e S.Evaristo nas percussões, Gilvan Sem Doce na Sanfona e Ney Couteiro nos violões e viola; e com a direção musical do maestro e arranjador Jarbas Cavendish.
Parabéns ao grupo, que agora poderá mostrar ao Brasil essa musicalidade, divulgando com muita competência o som do interior, dos bichos, das árvores, dos velhos, das lavadeiras, das benzedeiras e especialmente do cerrado brasileiro."

Yamandu Costa:

Yamandu Costa é um violonista e compositor brasileiro. Começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo “Os Fronteiriços” e aprimorou-se com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os quinze anos, sua única escola musical era a música folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli, ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como: Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos dezessete anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro. Yamandu toca estilos diversos como choro, bossa nova, milonga, tango, samba e chamamé, sendo difícil enquadrá-lo em uma corrente musical, dado que mistura todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas.

Música na minha mente após o show: Prenda Minha (Délcio Tavares), Azulão (Inezita Barroso), El Negro del Blanco, dentre outras...

Fontes:
site1, site2, site3, site4, site5.

Enviado por: Debbby - 12:33:58 AM Comente:


::Domingo, Novembro 11, 2007::


Alegria e feminilidade



Hoje gostaria de trazer alguma informação sobre um assunto o qual estou achando cada vez mais interessante! Espero que todos gostem!

SOBRE A DANÇA DO VENTRE...

Falar sobre a dança do ventre é sempre uma tarefa que requer muito estudo e atenção às informações que circulam, principalmente neste período, no qual a dança do ventre se transformou em matéria popular.
Muito se discute sobre sua origem, certamente a dança do ventre que hoje conhecemos não é a originária. Podemos verificar esta diferença a priori através do seu nome, porque na realidade, em árabe, essa dança se chama Raks Shark, literalmente, dança oriental. Passou a ser conhecida como dance du ventre a partir das viagens de orientalistas europeus aos países orientais no final do sec. XIX. Esta nomenclatura tende a limitar toda sua expressão, poderíamos chama-la de "dança de todo o corpo", pois seus movimentos não se restringem ao ventre, mas é trabalho completo de todo o corpo, com movimentos isolados de braços, cabeça, quadril, peito, pernas, os quais integrados fazem a harmonia da dança.
Existem teorias que afirmam sua origem desde os primórdios da humanidade, realizada de forma sagrada pelos povos matriarcais como reverência em rituais a Grande Deusa Mãe, deusa do feminino e da fertilidade. Outra hipótese seria que se originaria na Índia e se difundiu por outras regiões viajando com povos nômades, ciganos, recebendo influências de várias culturas. Podemos verificar movimentos similares aos da dança do ventre em diversas culturas, como a dança indiana, danças orientais, o flamenco espanhol, a hula havaiana, deixando-nos com a doce fantasia e a pergunta "Mas como ocorreu essa fusão de culturas?"
Hoje, podemos distinguir a dança do ventre em Baladi, que é a dança praticada pelo povo e seu folclore e a dança do ventre estilo Cabaré, aquela praticada em shows e espetáculos, com movimentos muito mais disciplinados e limpos. Atualmente no Egito, podemos encontrar as gawazee, ciganas egípcias, que são exemplos da dança mais popular, enquanto que nos hotéis de luxo são realizados espetáculos e dançam as consideradas grandes bailarinas com enormes orquestras egípcias.
Existem vàrias modalidades que são encontradas na dança do ventre, entra elas podemos citar:
· Dança com Véu
· Dança com Snujs ou Sagat (tocar pequenos címbalos)
· Dança com a Espada
· Dança com o Punhal
· Raks al Shamadan (Dança do Candelabro ou tacinhas)
· Raks al Assaya (Dança da Bengala ou Bastão)
· Dança do Jarro
· Khalege (Dança do Golfo Pérsico)
· Dança das Flores
· Dança do Pandeiro
· Dança do Turíbulo
O conhecimento dos ritmos árabes é muito importante para a bailarina, reconhecê-los durante a música para realizar determinados movimentos e saber utilizar ritmos apropriados para cada modalidade. Entre os ritmos podemos citar:
· Ayub
· Baladi
· Chiftitelli
· Zaffa
· Fallahi
· Malfuf
· Maqsoum
· Masmoudi
· Rhumba
· Said
· Samaai
· Soudi
· Vals
· Wahda
· Wahda wo noz
A prática da dança do ventre pode nos trazer diversos benefícios: fisicamente, reforça a musculatura de todo o corpo, cria cintura, levanta os seios, queima caloria, aumenta o equilíbrio e consciência corporal; para a mente: relaxa, favorece o contato com o feminino, deixa a mulher mais delicada e feminina, aumenta a auto estima e confiança.
Devido a grande difusão da dança do ventre no Brasil, devemos estar atentos ao escolher nossa professora, observando sua didática e seu conhecimento e constante estudo, seja da dança, modalidades, assim como da musicalidade e dos vários ritmos, que observe a postura da aluna: coluna reta e quadril encaixado, pernas relaxadas, mãos e pés bonitos e que estimule o aprendizado da aluna e não se sinta a melhor bailarina do mundo.
Devemos esclarecer também que a dança do ventre não se aprende em um dia, nem em um tempo determinado, mas é um aprendizado de uma vida, sempre se encontra uma infinidade de informações e técnicas de dançar que nos encantarão… O aprendizado é muito individual, cada estudante terá suas habilidades e dificuldades de modo personalizado, mas podemos dizer que um dos passos importantes para quem está iniciando é quando se começa a dançar espontaneamente, acompanhando os momentos da música e realizando os movimentos de maneira clara e fluida.

Conheça alguns ritmos árabes:

Balady: significa “minha terra ou “meu país”. É um ritmo 4/4 bastante comum. Possui variações bem rápidas e é tocado com múltiplos instrumentos. Dum-Dum- taka-tá- Dum taka-tá
Saaidi: ritmo 4/4, originário de El Saaid, no Alto Egito (era chamado de Raks Al Assaya). Utilizado para a dança da bengala ou bastão. Dum -tá-takaDum-Dum-taka-tá
Soudi: ritmo utilizado para o khaleege. Dum--Dum--tá-/ Dum--Dum--tá-/ Dum
Maqsoum: ritmo 4/4 amplamente utilizado no Egito. Possui duas variações, uma lenta e uma rápida. Significa “cortado ao meio”. DUM Tá-Tá DUM- Tá
Fallahi: os fallahin são fazendeiros egípcios que utilizam este ritmo 2/4 em suas celebrações. É tocado, geralmente, duas vezes mais rápido que o maqsoum. Dum-takataka-tá, Dum takataka
Ayyub: ritmo 2/4 simples e rápido. Usado para acelerar uma performance. Se encaixa bem com outros ritmos. Dum--Dum- tá-/Dum--Dum- tá-/Dum
Masmoudi: ritmo 8/4 egípcio. O masmoudi kebir é também chamado “masmoudi de guerra”, devido a sua cadência agressiva. Dum- Dum- Dum-takataka-Dum-taka-taka
Chiftitelli: ritmo 8/4, que é executado lentamente (comparando-o ao Balady). Originou-se provavelmente na Grécia ou na Turquia. Além de utilizado na Raks el Charky, também é utilizado na Turquia como dança de casais. Dum-katá-katá-Dum-taka-tá
Elzaffa: ritmo 4/4 egípcio, utilizado em cerimônias de casamento. Dançarinos e músicos acompanham os noivos em sua chegada e sua saída.
Karachi: ritmo 2/4, rápido, utilizado bastante no Egito e no norte da África. Ta-taka-taka-tá, Ta-taka-taka-tá
Malfuf: ritmo 2/4 egípcio bastante utilizado na Raks Charky, sobretudo, para entrar ou sair do palco. Dum-katá -katá-/Dum-katá -katá-/Dum
Samaai: bastante utilizado na música egípcia. Possui uma seqüência de três partes. Compõe um ritmo 10/8. Dum-taka-taka-tá, taka-Dum,Dum-tá
Zaar: ritmo 2/4. A dança egípcia zaar é realizada para afastar maus espíritos.
Taqsim: é uma improvisação que não possui ritmo ou estrutura definida.
Wahda wo noz Wahda: é um (1) em árabe. Este ritmo pode ser utilizado para fazer transições entre outros ritmos ou então no início de solos de derbake propiciando uma introdução lenta e envolvente. Dum--katá--katá--Dum-Dum-tá

A cultura oriental é muito rica em danças e tradições. Por isso não basta apenas limitar-se à aprender o básico da Dança do Ventre, é preciso conhecer também as danças folclóricas que além de belas são ótimas fontes para pesquisa da tradição milenar destes povos e isto também auxlilia a bailarina a buscar novas formas de dança que irão enriquecer sua linguagem corporal e cultural.

Benefícios da Dança do Ventre

*Desenvolve a auto-estima (todos aqueles problemas de: timidez, inibição...);
* Estimula a memória, a concentração e a atenção;
* Aumenta a confiança no seu potencial individual;
* Resgata a feminilidade;
* Reeducação Postural;
* Ativa a circulação (prevenindo no caso da circulação veias e varizes), aumenta os reflexos e alivia as tensões;
* Aumenta a flexibilidade e alongamento;
* Resistência Corporal
* Auxilia em problemas menstruais, hormonais e partos, diminuindo cólicas, equilibrando as funções sexuais e facilitando contrações e dilatações;
* Trabalha músculos, enrijecendo e tonificando principalmente nas seguintes regiões: panturrilha, quadríceps, tríceps, bíceps, abdômen e região interna do ventre (perfeito no auxilio do pré e pós-parto).;
* Atua diretamente no centro de energia do corpo, que se encontra no ventre, distribuindo a mesma de forma equilibrada.
* Emagrecimento (possui um gasto Calórico Alto), não prejudicando as articulações, pois não é considerado um exercício de alto impacto.
* Funciona como uma Atividade Física Específica, voluntária na escolha Aeróbica e/ou Anaeróbia, mantendo um padrão qualidade de vida.
* Conscientização Corporal.
* Energização dos Chakras.
* Auxilia no Sistema Respiratório
*Dentre outros



Fontes: site1, site2 e site3.

Beijinhos a todos e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 9:21:40 PM Comente: