Esse é um texto que peguei emprestado do blog do meu irmão Guil : átomo, que eu gostei bastante e por isso resolvi colocá-lo aqui também! Beijos a todos, obrigada pelas visitas e até a próxima!
"Na minha opinião, os desenhos de aventura atuais são muito chatos. Talvez por eu ter crescido assistindo He-Man, Thundercats, Transformers, Silver Hawks e afins, uma comparação se torna inevitável, e os mais recentes quase sempre saiam perdendo. Não que eles sejam piores, e eu tenho plena consciência de que daqui a uns 20 anos uma pessoa da minha idade poderá estar falando a mesma coisa sobre os desenhos atuais e os que estiverem sendo transmitidos então, mas o fato é que, salvo uma ou outra exceção, eu acho desenhos como Três Espiãs Demais, Projeto Zeta, O Batman (por que esse "O"??) e muitos outros umas grandes chatices. Mas, como sempre, existem exceções, como a Liga da Justiça, Samurai Jack, e o tema do post de hoje, As Aventuras de Jackie Chan.

O que parece ser uma grande tosquice na verdade é um desenho extremamente bom, um dos melhores que já vi. Nele, Jackie é um arqueólogo de vinte e poucos anos, sobrinho de um chinês ranzinza dono de uma loja de antigüidades. Um dia, ele é procurado por um antigo amigo, Capitão Black, que atualmente é o comandante de uma organização militar secreta, a Seção 13, que precisa de seus conhecimentos arqueológicos e talentos em artes marciais para deter os planos de uma organização criminosa conhecida como A Mão Negra, que pretende encontrar doze talismãs antigos, cada um com a figura de um dos animais do zodíaco chinês, com propósito desconhecido. Na verdade, os talismãs possuem poderes místicos, e os vilões os querem para ressucitar um antigo demônio, Shendu. No passado, Shendu quase destruiu a Terra, mas foi impedido pelo feiticeiro Lo Pei, que o privou de seus poderes passando-os para os talismãs e transformando-o em pedra. Somente reunindo os talismãs com o corpo petrificado de Shendu é que este poderá voltar à vida.
A Mão Negra é liderada por Valmont, um antigo ladrão de bancos, que encontrou o corpo petrificado de Shendu há alguns anos. Shendu lhe prometeu poder e riquezas incalculáveis se Valmont o auxiliasse a encontrar os talismãs de que precisava. Mesmo sem poderes, Shendu ainda podia conjurar ninjas-demônios conhecidos como Shadowkhan, o que transformou a Mão Negra de um bando de ladrões de quinta em uma organização criminosa com tentáculos no mundo todo. Ainda assim, os principais ajudantes de Valmont ainda eram aqueles que ele conheceu em seus tempos de bandido: Finn, um irlandês obcecado pelos anos 70; Chow, um chinês baixinho e marrento; Ratso, um judeu americano grande e forte, mas pouco esperto; e Tohru, um japonês de dois metros de altura e 200 quilos de peso, quase um lutador de sumô.
Além do auxílio dos militares da Seção 13, Jackie Chan acabou ganhando aliados inesperados. Como os talismãs e os Shadowkhan eram de ordem mística, a ajuda de seu Tio (que não tem nome, é chamado por todos os personagens simplesmente de "Tio"), na verdade um poderoso feiticeiro, aprendiz do lendário Mestre Fong, se tornou imprescindível. Além disso, Jackie tem uma sobrinha de 11 anos, Jade Chan, nascida em Hong Kong mas perfeitamente americanizada, que não quis voltar para a China com seus pais e ficou para morar com o Tio. Envolvida acidentalmente na primeira missão de Jackie, ela nunca mais quis saber de outra vida, se tornando tanto uma ajuda incalculável quanto um estorvo imenso para o herói.
A primeira temporada do desenho foi ao ar nos EUA em 2000, e teve 13 episódios. Em cada um deles (exceto nos dois últimos), Jackie e seus aliados conseguem tirar um dos talismãs da Mão Negra, mas no episódio 12 os vilões os recuperam e ressucitam Shendu, que é vencido por Jackie e banido para uma outra dimensão. Em alguns episódios Jackie, Jade e o Tio fazem novos aliados, como o lutador mexicano El Toro Fuerte e seu ajudante Paco, a ex-ladra Viper, e até mesmo Tohru, que no último episódio muda de lado, enfrentando a Mão Negra e passando a ser aprendiz do Tio. Aliás, após ser preso pela Seção 13, Tohru é substituído pelos vilões por Hak Foo, um lutador hilário, na verdade uma "homenagem" ao desenho Dragon Ball. Hak Foo possui um cabelo característico de anime, e sempre grita o nome de seus golpes antes de investir contra Jackie.
Cada um dos talismãs possui um poder inerente, anteriormente pertencente a Shendu, que pode ser ativado por seu portador. Desta forma, quem está de posse do talismã do Touro, por exemplo, se torna superforte. Os demais talismãs e seus poderes são Coelho (supervelocidade), Cobra (invisibilidade), Dragão (capacidade de disparar bolas de fogo pelas mãos), Tigre (duplica o portador, mas uma das duplicatas será extremamente má, e o original se tornará extremamente bom), Cavalo (poder de cura), Carneiro (projeção astral), Macaco (pode se transformar em qualquer animal), Porco (lança raios destruidores pelos olhos), Galo (vôo), Cachorro (invulnerabilidade) e Rato (anima objetos inanimados).
Pela primeira vez, um desenho animado baseado em uma celebridade foi bem sucedido - extremamente bem sucedido, para dizer a verdade. Isso, como sempre, levou a Warner a produzir uma segunda temporada, desta vez com 39 episódios, que foi ao ar em 2001. Nesta temporada, a Mão Negra em decadência consegue se apoderar dos 12 talismãs, e começa a usá-los para cometer crimes. Enquanto isso, Shendu descobre uma forma de deixar a dimensão na qual ele fora aprisionado: possuindo o corpo de um mortal. Ele faz um pacto com seus irmãos demônios, de que iria sair para então libertá-los, e tenta possuir o corpo de Jackie, mas devido a um acidente (parcialmente provocado por Jade) acaba possuindo Valmont. Shendu/Valmont passa então a utilizar a Mão Negra, novamente auxiliada pelos Shadowkhan, para abrir portais em locais específicos com a ajuda de um artefato conhecido como a Caixa de Pan Ku, que permitirão que outros sete demônios invadam a Terra. Cabe a Jackie, Jade, Tio e Tohru, eventualmente auxiliados por Viper e El Toro Fuerte impedi-los. Muitos dos episódios da segunda temporada envolvem Jackie e seus aliados enfrentado outros vilões que não sejam a Mão Negra, Shendu ou os Shadowkhan (na verdade, a maioria deles tem "vilões de um episódio só"), e outros mostram eventos que ocorreram mas não foram mostrados na primeira temporada. Nesta temporada também ficamos conhecendo Daolon Wong, um feiticeiro rival do Tio, que seria o vilão principal da terceira temporada.
Sim, porque houve uma terceira temporada, de 17 episódios, que foi ao ar em 2003. Sem os Shadowkhan, a Mão Negra passa a ser apenas um amontoado de bandidos meio incompetentes. Valmont está desaparecido, e Shendu trancado para sempre com seus agora furiosos irmãos em outra dimensão. Os talismãs estão a salvo na Seção 13. Até que o feiticeiro Daolon Wong decide roubá-los para incorporar seus poderes ao seu próprio corpo. Para impedi-lo, jackie destrói os talismãs. Sendo itens de poder ancestral, porém, os talismãs não podem ser verdadeiramente destruídos: o ato de Jackie apenas fez com que os poderes dos talismãs passassem para "animais nobres", sempre da mesma espécie que o representado no talismã. Assim, agora temos vagando por aí um touro superforte, um coelho superveloz, um cachorro invulnerável, uma cobra invisível e por aí vai. A missão de Jackie nesta terceira temporada é coletar estes animais antes que Daolon Wong o faça, caso contrário os poderes não poderão mais ser separados de seu corpo. Após ter todos os animais em seu poder, o Tio poderá fazer um ritual para passar os poderes para novos talismãs, transformando os animais em animais comuns. Precisando de comparsas, Daolon Wong transforma Finn, Chow, Ratso e Hak Foo em Guerreiros Chi, entidades místicas que servem como seus guarda-costas. Infelizmente para o feiticeiro, eles mantiveram suas próprias inteligências.
Em 2004, o desenho ainda teve uma quarta temporada, de 13 episódios. Os talismãs foram reestabelecidos e estão protegidos na Seção 13. Daolon Wong, privado de seus poderes, e Finn, Ratso, Chow e Hak Foo, novamente humanos, estão presos. Tentando fazer um ritual para conjurar os Shadowkhan, Daolon Wong acaba por conjurar Tarakudo, o Rei de todos os Shadowkhan, que liberta os antigos membros da Mão Negra, e os incumbe de uma missão: encontrar as nove Máscaras Oni. Cada máscara representa o antigo líder de uma tribo Shadowkhan. Uma vez que um mortal vista a máscara, este líder retorna à vida, se apoderando de seu corpo. Cada máscara, assim, confere um poder especial a seu portador, bem como a capacidade de conjurar uma das nove diferentes tribos Shadowkhan (a que era conjurada por Shendu era apenas uma delas). Jackie e seus aliados são então incumbidos de encontrar as tais máscaras antes dos vilões, de preferência antes que alguma pessoa as coloque no rosto, pois a única forma de removê-las é com uma poção especial feita com ingredientes raríssimos.
Atualmente, o desenho está em sua quinta temporada, onde um filho de Shendu vem de um futuro alternativo trazendo sete artefatos místicos, que como sempre se perdem e devem ser encontrados por Jackie antes que vilões decidam fazer uso deles. Pelo visto, enquanto estiver fazendo sucesso, o desenho manterá esta fórmula, de Jackie correndo o mundo para encontrar uma quantidade de itens mágicos.
Os episódios são bem escritos, têm ação, e as piadas não são bobas (tipo "para crianças") nem americanas (tipo "escatológicas"). Cada episódio tem um clima de filme de artes marciais de Hong Kong raro em produções americanas. Uma das razões para isso é que dois dos produtores são o próprio Jackie Chan e Willie Chan, seu empresário desde a década de 70. Graças a isso, muitos dos episódios fazem referência a filmes da carreira "real" de Jackie, como situações semelhantes ou títulos parecidos, que são facilmente identificáveis pelos fãs (embora eu confesse que não seja um fã de Jackie Chan a esse ponto).
Nos EUA, o desenho é exibido pela Kids WB. Por aqui, andou passando no Cartoon Network (não sei se ainda está, já que não tenho mais tv a cabo), e está sendo transmitido pela Globo, na TV Xuxa, por volta das 11h40min da manhã. Atualmente está sendo reprisada a quarta temporada."

Enviado por: Debbby - 1:17:44 PM
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::Terça-feira, Julho 19, 2005::
Fonte: Portal do Espírito
20 de julho, dia do amigo
Antônio Moris Cury
Amizade = sentimento de amigo, afeto que liga as pessoas, reciprocidade de afeto, benevolência, amor (Moderno Dicionário da Língua Portuguesa, Michaelis, 1ª edição, 1998, Cia. Melhoramentos de São Paulo, página 132).
Amizade = sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual; entendimento, concordância, fraternidade; benevolência, bondade (Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, 2ª edição, 1986, Editora Nova Fronteira, página 106).
20 de julho é a data consagrada ao amigo. Depois de muita reflexão, associada ao decurso do tempo e, principalmente, às experiências vivenciadas, concluímos de repente, não mais que de repente, que a sabedoria popular, que é construída ao longo dos anos e fruto de agudíssima observação do dia-a-dia, está absolutamente correta: quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro! E que tesouro!
Referimo-nos, é claro, ao verdadeiro, afetuoso, benevolente, simpático, estimado, terno, fraterno, fiel e bondoso amigo, tal como se referem os dicionários aqui indicados a respeito da amizade, esta preciosa conquista que só se consolida com respeito e com fraterno amor, sempre.
Com efeito, só o veraz amigo é capaz de aceitar, com discernimento e compreensão e continuando a nos querer bem, os nossos defeitos e falhas, que são inúmeros e que nós mesmos só enxergamos em parte, quando conseguimos ter isenção suficiente e humildade bastante para perceber e admitir os nossos erros, males e equívocos.
Só ele, o autêntico amigo, é capaz de discordar de nossa opinião e de nossa orientação, com absoluta sinceridade, se entendê-las equivocadas, apontando outros rumos e apresentando novos argumentos, com o objetivo exclusivo de ser útil e de nos auxiliar, verdadeira, fraternal e bondosamente.
É ele, por igual, quem fica feliz quando alcançamos o bem-estar material, com trabalho, disciplina e esforço, e que será estendido à nossa família, assim como é ele quem vibra alegremente com o nosso progresso intelectual e, sobretudo, moral.
Por essas rapidíssimas observações, vê-se, assim, que poucos são os amigos verdadeiros, com os quais podemos contar nos momentos de dificuldade de variada ordem, de ansiedade, de angústia, de medo, de dor e de aflição.
Isto, porém, faz parte do processo evolutivo, a que todos estamos sujeitos, uma vez que o progresso é uma lei natural, que, como toda lei natural, é perfeita e por isso mesmo imutável.
O progresso do ser humano na escala evolutiva é lento e gradual, até porque depende, quando menos, de seu livre-arbítrio, máxime quando vive na Terra, um planeta de provas e expiações, de categoria inferior no Universo, em que não se pode esperar perfeição, conquanto todos os esforços devam ser direcionados para a busca permanente da perfeição relativa e da felicidade suprema, destino final dos seres humanos, através do auto-aperfeiçoamento, diminuindo e de preferência eliminando o orgulho e o egoísmo, as duas maiores chagas da humanidade, que insistem em nos acompanhar e prevalecer em nossas atitudes e decisões.
Essa, talvez, a razão principal de serem tão raros os amigos verdadeiros.
Não obstante, gostaríamos de enfatizar, com a veneranda e abençoada Doutrina Espírita, que o homem pode sempre contar com pelo menos três amigos, não encarnados.
Em primeiríssimo lugar, pode contar com Deus, nosso Pai Celestial, a inteligência suprema do Universo, Autor da Vida e causa primária de todas as coisas, soberanamente bom e justo, que não abandona a nenhum de seus filhos e que, de quebra, oferece todas as oportunidades de que necessitem para progredir, ajustando e reajustando contas, quitando débitos ainda que parcialmente, estudando e aperfeiçoando-se, aprendendo sempre neste educandário chamado Terra, no mínimo a viver em harmonia com o seu semelhante, preferencialmente em regime de respeito, consideração e fraternidade.
Em segundo lugar, o homem pode contar com Jesus de Nazaré, o Cristo, o ser mais perfeito que já esteve na Terra, modelo e guia da humanidade, nosso mestre e amigo de todas as horas, que nos legou ensinamentos definitivos, revelando sobretudo que o amor é a lei maior da vida, razão pela qual sentenciou, resumindo a lei e os profetas, que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, com o que estaremos amando a Deus sobre todas as coisas, ou seja, aconselhando que façamos ao próximo exatamente aquilo que gostaríamos que ele nos fizesse.
E foi Ele, o Rabi da Galiléia, já naquela época, há quase 2.000 anos, quem deu a exata medida da importância e do extraordinário valor da amizade, ao dizer aos seus discípulos que: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer" (Jo, 15:15).
Por fim, o homem pode contar com o seu Espírito protetor, o seu anjo da guarda, pertencente a uma ordem elevada, cuja missão é a mesma de um pai em relação aos filhos, procurando guiar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições e levantar-lhe o ânimo nas provas da vida (questão 491 de O Livro dos Espíritos, a obra basilar do Espiritismo), vibrando quando haja acerto e lastimando quando haja erro nas decisões, que obrigatoriamente têm que ser tomadas pelo protegido, em razão de seu livre-arbítrio, com o que passa a ser por elas responsável, e naturalmente responsável pelas suas conseqüências. Não poderia ser de outra forma, uma vez que o anjo guardião não pode e não deve fazer a parte que compete ao homem.
Assim sendo, não fica difícil concluir que, ao contrário do que alguns pensam, nenhum ser humano está só!
Beijinhos a todos e até a próxima!

Enviado por: Debbby - 7:37:52 PM
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::Domingo, Julho 10, 2005::
Outro dia eu li o que a minha amiga Luluzinha (do Blog: Nem uma menina, Nem ainda uma mulher) escreveu no blog dela e fiquei pensando sobre isso...
"Ser ou não ser anônimo... (Postado em 21/05/2005)
Essa é uma questão que passa pela minha cabeça desde o tempo em que eu criei o meu blog... Devemos ou não revelar a nossa real identidade? Devemos ou não nos abrir e escrever aqui toda a nossa vida, atos, pensamentos e sentimentos?
Quando resolvi criar o meu, dei o meu endereço pra vários amigos próximos já que a minha intenção inicial era ter um blog pra postar letras de músicas e textos de outros autores... Além disso, falei sobre toda a minha vida, onde morava, meu nome completo, rg, cpf...
Mas, o tempo vai passando e vez ou outra dá vontade de escrever sobre algum problema, alguma nova paixão, algum desentendimento ou coisas afins e bate um certo medo: E se me descobrirem? E se alguém próximo resolve procurar alguma coisa no google e ele indica o meu blog, assim sem mais nem menos? E se a pessoa de quem estou falando me descobre? Tudo bem que esses ¿se¿ são hipóteses e que não é tão simples assim achar um blog no meio de tantos outros... mas vai tentar convencer uma pessoa precavida como eu!
Por mais que se fale de outros assuntos, um blog é pessoal e, mais cedo ou mais tarde, a gente sempre acaba falando um pouquinho das nossas vidas... e isso é bom! Acaba nos servindo como uma terapia e uma forma dos outros nos conhecerem mais, além de ser uma espécie de auto-conhecimento... Mas, como nada é perfeito, pode ser que, porventura, alguém que não gostaríamos nos descobre e, com isso, lá se vão todos os nosso segredos..
Certa vez, já pensei em ter dois blogs, ¿nem uma menina, nem ainda uma mulher¿ e outro anônimo... mas, se administar um blog já não é tarefa muito fácil, imagina então tomar conta de dois blogs... Haja tempo!!!
Hoje em dia, posso dizer que sou meio anônima, já que a maioria das pessoas que convivem comigo não sabem meu endereço, o que me deixa bem mais ¿livre¿ pra poder falar sobre mim, mas ao mesmo tempo, escrevo sobre o que quero, não deixo de mostrar quem realmente sou e até já postei fotos minhas aqui pra quem quiser conhecer a Luluzinha que vos fala.
Blogueiro anônimo e bêbado
Certo dia, estava conversando com um novo amigo virtual e ex-blogueiro e ele me falou que tinha dois blogs: um pra postar o que todo mundo podia ler e outro pra postar quando ele estava bêbado. Nesse último, ele era anônimo... Daí, que o blog anônimo fazia bem mais sucesso que o outro, já que os textos deste, normalmente, eram bastante polêmicos... Mas. ele acabou deletando os dois e desistindo dessa vida de blogueiro."
E eu até comentei, com algo parecido com isso: Amiga Lulu, eu sinto a mesma coisa que você... e se eu tivesse mais tempo, talvez teria o meu blog fofo, o Mi Casa, Su Casa, que todos os amigos já me conhecem, e me visitam, e a sua versão anônima, para contar meus problemas, para escrever sobre coisas bem íntimas, o que não dá, já que todo mundo que acessa o meu blog iria saber dessas coisas que eu não queria espalhar, mas que também queria saber a opinião de terceiros sobre esses assuntos... Outras vezes, também, quando eu estou beeeeemmmm deprimida, eu queria poder escrever coisas beeeeemmm depressivas, mas sem fazer as pessoas se preocuparem comigo, porque depois que eu escrevo, eu me sinto melhor, mas aí as pessoas depois ficam me perguntando se eu já estou melhor etc e tal, e eu não queria deixá-las preocupadas!
E vocês? O que acham do assunto? Beijinhos a todos e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 1:56:53 PM
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::Terça-feira, Julho 05, 2005::
Mahatma Gandhi
(recebido por e-mail)

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: "Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: "Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte
terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas." Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
O mais engraçado da vida é que na maioria das vezes, a gente acaba amando quem torce pelo time oposto, por quem ri da gente quando a gente chora no final dos filmes e por quem gosta de um estilo de música completamente diferente do nosso... Mas aí a gente acaba simpatizando com a banda do outro, torcendo pelo time do outro (quando não joga com o nosso, claro), e até ri junto e cai na pilha, quando ele ri e acha uma gracinha da gente chorando no final dos filmes... Quando a gente gosta, a gente aprende a gostar da pessoa como ela é... E o mais engraçado é que muita gente tenta mudar os outros para serem mais parecidos com eles mesmos... Mas o mais interessante é, ao invés de tentar mudar o outro, tentar conviver com os defeitos, para juntos, serem muito felizes... Quando há amor, carinho, preocupação e respeito, todo o resto não é tão importante!
Muitos beijinhos, obrigada pelas visitas e comentários, e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 8:39:40 PM
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