
"Você já reparou que é um herói?
O trabalho diário, as conduções difíceis, a luta constante, tudo isso forma de você um herói.
Então, não desanime, porque os heróis superam as dificuldades com alegria.
Jamais se irrite!
Olhe para todos com bons olhos, procurando distribuir a coragem e a alegria que habitam em você.
Você é um herói, comporte-se com um herói!"
Minutos de sabedoria - C. Torres Pastorino.
Eu estou começando a achar que a coisa mais difícil do mundo é, diante das dificuldades, manter-se calmo... Principalmente quando as dificuldades demoram a passar... E como diz a minha amiga Luciana, "Nós somos os lutadores da guerra que se chama vida e temos que tentar vencer as batalhas que são os dias."
E para você que quer saber qual herói é você:

Que super herói você é?
Beijinhos a todos e até a próxima...
Enviado por: Debbby - 5:29:27 PM
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::Sábado, Outubro 23, 2004::

Hoje eu vou postar novamente um texto que não é meu. Na verdade é um texto do meu irmão no blog dele, átomo, que eu achei bem legal! É sobre cinema e espero que vocês gostem!
"Costumo dizer que eu tenho poucos ídolos, mas todos são do mais alto escalão. Na verdade, é uma brincadeira, pois ídolos são pessoas nas quais inspiramos nossas vidas, almejando seguir seus passos. Nesta categoria, não consigo enquadrar ninguém que não sejam meu pai e meu avô. Mas, mesmo assim, existe um bando de pessoas as quais muito admiro, em diversos campos da arte, e que, em minha humilde opinião, se excedem no que se propuseram a fazer. Gente como Tori Amos, H. R. Giger, Marcelo Cassaro, Cate Blanchett e M. Night Shyamalan.
Para quem passou os últimos anos em Marte, Shyamalan é o diretor dos filmes Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais e, mais recentemente, A Vila. Nascido em 6 de agosto de 1970 em Pondicherry, Índia, se mudou para os subúrbios da Filadélfia, onde mora com sua esposa Bhavna e seus dois filhos até hoje, antes dos 10 anos de idade. Filho de dois médicos, apaixonado por cinema, antes dos 15 anos já tinha produzido mais de 45 filmes curtos. Aos 23 anos, escreveu, dirigiu, produziu e atuou em seu primeiro longa metragem, Praying with Anger, a história de um indiano que vai pequeno com sua família para os EUA, mas retorna à Índia para fazer faculdade. Lançado de forma independente, o filme não fez sucesso entre público ou crítica, mas rendeu um convite a Shyamalan para escrever um roteiro para a Fox. O que seria seu segundo filme, Labor of Love, foi cancelado antes mesmo de começar, porque o estúdio se recusou a colocar Shyamalan, um estreante, como diretor do projeto.
Em 1995, Shyamalan conseguiu vender um de seus roteiros para a Miramax, Wide Awake, a história de um garoto que decide procurar por Deus após a morte de seu avô (disponível em português com o título Olhos Abertos). Este foi um sucesso de crítica, mas não de público. Menos mal, rendeu a Shyamalan em 1997 um convite para escrever o roteiro de O Pequeno Stuart Little (sim, isso mesmo que vocês leram, aquele do ratinho), e, em 1999, a oportunidade de filmar pela primeira vez como diretor, lançando Sexto Sentido. Como muitos artistas, ele é do tipo ame-o ou odeie-o, não existe meio termo. Você pode até gostar do cara e não gostar de um dos filmes dele, mas este será o "pior filme de sua carreira", coisa que eu já ouvi muita gente falando de qualquer um dos três últimos (o que leva a uma constatação curiosa: como alguém que sempre faz um filme pior que o anterior consegue ser tão bem-sucedido?)
Esta semana, eu finalmente consegui assistir Sinais, o único que eu não tinha conseguido ver no cinema. Muita gente já tinha me dito que era o "pior de todos" (isso antes de estrear A Vila, quando algumas dessas mesmas pessoas vieram falar algo como "eu ouvi dizer que esse aí é o pior de todos"), de forma que eu já estava curiosíssimo pra saber qual cagada o Shyamalan tinha feito pra desandar a mão assim. Afinal, eu tinha achado Sexto Sentido um clássico. Corpo Fechado eu não gostei tanto, mas compreendi que eram dois filmes diferentes, embora ambos tivessem o tal final-super-surpreendente-que ninguém-espera (e o Bruce Willys). A Vila eu também achei um clássico, interessantíssimo, o que só atiçou minha curiosidade sobre o Sinais. Era necessário conferir com meus próprios olhos.
Para ser sincero, não achei tão ruim. Na verdade, achei até um filme bom, só que completamente diferente dos dois anteriores, e do posterior. Confabulando sobre isso, cheguei a algumas conclusões que gostaria de compartilhar com vocês neste post. Primeiramente, gostaria de dizer que não desejo impor minha opinião sobre a de qualquer de vocês, nem convencê-los de que Shyamalan é um mestre do cinema, de que seus filmes são obras-primas e que vocês é que são burros e não entenderam. Nada disso. Só quero expor pensamentos que resolveram coçar dentro da minha cabeça, e talvez encontrar vozes ressonantes em alguns de vocês.
Como eu já disse, Corpo Fechado é um filme totalmente diferente de Sexto Sentido. E Sinais é totalmente diferente dos outros dois. Conclusão lógica, A Vila é totalmente diferente dos outros três. E aí começa nosso primeiro problema.
Na minha modesta e humilde opinião, o maior problema com os filmes do Shyamalan se resume a um único fato: seu "primeiro filme" foi o Sexto Sentido. Um sucesso estrondoso. Suspense, sustos, fantasmas, final inesperado. Isso deveria ser bom, mas não foi.
Por quê? Simples. Às vezes também acontece com bandas. Se o primeiro disco de uma banda é absolutamente genial e vende o equivalente a um disco de platina quíntuplo, os seguintes jamais conseguirão fazer o mesmo sucesso. Não porque também não sejam absurdamente geniais, mas porque sempre serão comparados com aquele primeiro. E se a banda resolver se reformular e lançar um disco totalmente diferente dos anteriores, danou-se, será inevitavelmente conhecido como o pior de sua carreira. Estarão eternamente fadados a se copiarem sempre e sempre.
Shyamalan é um gênio, disso eu não duvido. Mas, exatamente por ser um gênio, ele não é um homem de um filme só. Esperar que cada filme de Shyamalan seja uma cópia de Sexto Sentido é ofendê-lo, querer que ele vista um chapéu cônico na cabeça. Por isso, não é surpresa que cada filme seu seja tão diferente do anterior. Na verdade, é até melhor assim.
Mas tem o outro lado também. Por ser um ótimo filme de suspense, Sexto Sentido angariou muitos fãs, fãs estes que a cada anúncio de novo filme de Shyamalan correm aos cinemas exatamente querendo ver uma cópia do Sexto Sentido. Por isso seus filmes são tão criticados. Ver que o mesmo diretor do Sexto Sentido fez um filme sobre super-heróis ou alienígenas causa uma certa decepção em quem queria ver fantasmas mutilados assustando aos pobres transeuntes.
Fora isso, ainda devemos considerar outro aspecto: filmes de Shyamalan são para se pensar. Infelizmente, cada vez mais, as pessoas se recusam a pensar, seja por preguiça, seja por comodidade. Sexto Sentido, apesar de ter uma mensagem altamente importante, apresenta esta mensagem de forma quase subliminar. Em outras palavras, ninguém precisa entender o filme para gostar dele. Com Sinais a história já é diferente: a mensagem é muito súbita e, sem compreendê-la, o filme se torna apenas mais um de invasão extraterrestre, e um com final repentino, ainda por cima. A Vila então nem se fala, se você não compreender a história, você simplesmente não entende o filme. Fica sem pé nem cabeça.
Raciocinando em cima disso, eu cheguei a outra conclusão. Shyamalan usa elementos não tradicionais para o tipo de filme que faz. Fantasmas, super-heróis, alienígenas e monstros da floresta não são figuras muito presentes em filmes que exigem raciocínio. As pessoas vão ao cinema para ver uma coisa e se deparam com outra. Se elas pelo menos compreendessem o que estão vendo, os filmes teriam uma função social. Mas elas preferem se revoltar e sair do cinema reclamando, fazer o quê?
Sexto Sentido é uma crítica à falta de comunicação. Ninguém se fala naquele filme. O menino não fala com a mãe, e a mãe não quer saber qual o problema do menino. O psicólogo não fala com sua esposa, que também não se preocupa em falar com ele (depois nós descobrimos o porquê, mas isso é outra história). Os únicos personagens que travam diálogos sociáveis e compreensíveis são o psicólogo e o menino. Nada estranho, então, que os problemas se resolvam exatamente por causa disso. E, no final, finalmente o menino e sua mãe conversam, abrem seus corações. Full circle.
Corpo Fechado é sobre as escolhas que fazemos para sermos aceitos entre nossos pares. Até que ponto podemos abrir mão do que gostamos em nome de nossa "felicidade"? Até que ponto o meio em que vivemos influencia nossas ações? Nenhum dos personagens do filme tem auto-estima. Todos estão insatisfeitos com suas vidas, seja por suas escolhas, seja pelas escolhas que foram forçados a fazer, seja por sua própria condição intrínseca. E até que ponto mudar é realmente uma melhora?
Sinais é um filme sobre a fé. Um homem questiona sua fé após um acontecimento traumático. Nada de mais, se ele não fosse um padre. Justamente um sacerdote, quem as pessoas sempre acham que possui a fé mais inabalável de todas, a quem procuram quando necessitram de conforto ou orientação, é o personagem com menos fé em todo o filme. O ataque alienígena serve não somente para que este homem conteste ainda mais sua fé, mas como oportunidade para, reunido com sua família, ter a chance de renová-la.
A Vila é uma crítica à sociedade. Mais não falarei pois o filme ainda está passando por aí, muita gente ainda não viu e, acreditem em mim, por mais vago que fosse o que eu falasse, estragaria muito do filme. Mas é uma crítica atroz, não a toda ela, mas a alguns elementos específicos. Muita coisa que muita gente fala é "desmentido" de certa forma, com um excelente exemplo.
O final-super-surpreendente-que-ninguém-espera se tornou um tipo de marca registrada do diretor (embora Sinais não o tenha; em compensação, A Vila tem dois momentos que mudam totalmente a história do filme). Estranhamente, tenho visto muita gente reclamando exatamente disso. Ora, é o que tem mais graça! Se tirar isso, aí é que ninguém vai gostar dos filmes mesmo. Outra crítica que vejo freqüentemente é sobre os personagens não se falarem (A Vila ainda tem um violino tocando quando ninguém fala, mas nos outros é silêncio mesmo) outra espécie de marca registrada, que pra mim não interfere em nada na história.
Talvez pensar não seja mesmo feito para cinema. Eu mesmo prefiro ver um monte de Aliens e Predadores se matando do que assistir a um filme de drama. Mas ainda assim, os filmes de Shyamalan são excelentes, tensão psicológica como não víamos há muito tempo, sem precisar "apelar" para o terror. Alguns já estão se referindo a ele como o novo Hitchcock, mas isso eu já acho meio exagerado.
Por mim, podem falar mal o quanto quiserem. Podem achar que o próximo filme será pior do que A Vila. Desde que o Sr. Shyamalan continue lançando seus filmes, tão diferentes uns dos outros quanto quiser, com final surpreendente ou não, e por mais súbita que a mensagem possa ser, eu vou continuar assistindo. E gostando."
Para quem quiser conferir de pertinho: Fonte
Bem, beijinhos para todos os amigos que me visitam (e os que não me visitam também) e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 1:17:30 PM
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::Domingo, Outubro 17, 2004::

Hoje eu trago um texto que recebi por e-mail (e por isso não sei se o autor é esse mesmo!), que eu achei muito interessante. Eu uso muito as mãos no meu dia-a-dia... Mãos de fisioterapeuta são muito necessárias! E antes de usar as mãos como fisioterapeuta, eu já as usava em trabalhos manuais, que adoro fazer... Mas melhor que usar as mãos, em qualquer ocasião, é usar as mãos em conjunto com o coração... Espero que todos gostem da leitura! Beijinhos a todos, fiquem com Deus e até a próxima! (e pode deixar que os visitarei em seus blogs em breve...)
Amanheci hoje com um enorme desejo de beijar minhas mãos. As mãos são uma das nossas maiores bençãos. Já imaginou você acordar sem elas? Mas quem tem um espírito forte, se sente feliz até mesmo sem mãos e sem olhos. E eu digo isso porque vi, outro dia, uma jovem sem braços, sorrindo para a manhã de sol. Ela parecia uma colegial em férias. Eu vi essa cena e muito me comovi. Não só me comovi como me serviu de lição..
Fomos beneficiados com duas mãos. E elas trabalham juntas. Já disse o ditado que "uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto". Está aí uma grande lição. Impossível a mão direita se lavar sozinha e vice-versa. Uma precisa da outra. Está aí um grande ensinamento que a vida nos dá.. O ensinamento da solidariedade.
É verdade que eu amo todo o meu corpo. Essa preciosidade biológica que suplanta a preciosidade tecnológica de um computador. Acontece que somos em geral péssimos administradores do nosso próprio corpo, que não foi fabricado, mas criado, que não foi comprado, mas dado. Corpo que envenenamos com álcool, fumo, gorduras e produtos químicos.
Mas... e as mãos? Vejo-as neste momento digitando neste teclado de computador, numa subserviência comovedora. Subserviência ao cérebro que a dirige. Daqui a pouco, vou ao banho, e que seria dele sem elas? Pouco mais, na refeição, são elas que me ajudarão no ato da alimentação..
Mal entro no carro e são elas que pegam a chave do veículo, que puxam o cinto de segurança, que seguram o volante. E mais adiante vejo-as acenando para os amigos que vou encontrando no caminho. Elas, muitas vezes, falam por mim. Sim, as mãos falam. Os deficientes visuais têm nelas os olhos que lhes faltam. Dizem que nelas está escrito o mapa de nossa vida, assim como de nossa identidade.
Mãos de operários, mãos de pianistas, mãos de policiais, mãos de marginais, mãos que ajudam, mãos que dão vida, mãos que violentam, mãos de boxeador, mãos que acariciam, mãos que pedem perdão, mãos que arquitetam vinganças, mãos que curam, mãos que plantam, mãos que agradecem, mãos que assinam, mãos que assassinam, mãos que apontam caminhos.
Mãos que escrevem, mãos que falam por aqueles que não podem falar.... Mãos que hipnotizam multidões. Mãos de Hitler. Mãos que acenam saudades, mãos que erguem brindes de confraternização. Mãos culpadas. Mas elas não são culpadas de serem mal dirigidas. Elas apenas obedecem as ordens que lhes damos.
São apenas instrumentos. Tanto podem salvar uma vida através da cirurgia, como podem expulsar um filho do útero, como um intruso. Ah, as mãos que abortam! Mãos que pedem para os outros. Mãos do padre Zé Coutinho... Mãos que limpam lepra. Mãos de Madre Tereza de Calcutá, mãos que trazem mensagens do outro lado da vida. Mãos de Chico Xavier.
Pois é, leitor, como disse no início, amanheci hoje de manhã com um desejo enorme de beijar minhas próprias mãos. Mas por que só as mãos? É que elas são fáceis de serem beijadas. Como poderia beijar meus olhos, beijar meu coração, beijar meus pés? Ah, os pés!... Que seria de minhas caminhadas sem eles?
Mas esta crônica é para as mãos. As mãos merecedoras de muitos beijos. Sei que elas só descansam durante o sono, quando estamos imobilizados, ou quando morremos. Aí elas nada mais podem fazer por nós.
Que responsabilidade possuirmos mãos! Quando chegar a hora de deixar este mundo, uma pergunta nos perturbará: "afinal o que foi que fizemos de nossas mãos?"
Carlos Romero
Enviado por: Debbby - 12:29:24 AM
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::Segunda-feira, Outubro 11, 2004::
Está chegando, no próximo dia 13/10/04, uma data muito especial: O dia do Fisioterapeuta! Quase todo mundo só lembra do dia do médico, que é no dia 18 do mesmo mês (e algumas pessoas nos dão parabéns no dia 18 ao invés do dia 13), mas como ainda está no "prazo", eu aceito as congratulações... E por causa dessa data igualmente especial, estou postando um post antigo, mas esclarecedor sobre a minha profissão, uma das coisas, na minha vida, que me dá mais prazer e mais aborrecimento ao mesmo tempo!

"Feliz dia das crianças! Feliz dia do professor! Feliz dia da Padroeira do Brasil! E feliz dia do fisioterapeuta! Para quem não sabe (e muita gente não sabe), dia 13 de outubro é dia do fisioterapeuta. Esse dia é muito comemorado por nós profissionais, frente as muitas conquistas que conseguimos, pois antigamente, eram poucos os profissionais da área de saúde que acreditavam nos ganhos que os pacientes poderiam ter com a fisioterapia, mas comprovamos o nosso valor e ganhamos prestígio... E deve ser por isso que o mercado de trabalho está tão cheio hoje em dia!
E, como tem muita gente que não conhece o que um fisioterapeuta é capaz de fazer, vou dar uma "pequena" explicação:
FISIOTERAPEUTA - É o profissional formado em curso superior, onde é exigido profundo conhecimento das ciências da saúde, pois terá a seu cargo a avaliação dos pacientes e determinação das condutas necessárias para se atingir os objetivos da Fisioterapia.
A fisioterapia já não é mais a mesma. Antes privilégio da ortopedia, esse recurso terapêutico atua hoje nas mais diferentes áreas com técnicas, metodologias e abordagens específicas que tem o objetivo de sanar, minimizar e principalmente prevenir as mais variadas afecções.
Além disto, a complexidade da profissão reside na necessidade do entendimento global da fisiologia, anatomia, semiologia do homem, baseado na Biofísica, Bioquímica, Cinesiologia, Biomecânica e outras ciências básicas.
PREVENÇÃO - Ao contrário do que muita gente pensa, a fisioterapia não é simplesmente uma terapia de reabilitação. Além de recuperar, ela pode prevenir doenças e curar. A prevenção, aliás, é a primeira atribuição da fisioterapia. Nesse caso é fundamental o trabalho de conscientização, ou seja, a tarefa de alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em certas situações.
CURA - Outra atribuição da fisioterapia está ligada à cura. Tem por objetivo devolver os movimentos e funções perdidas depois de uma doença em que a pessoa ficou um longo tempo imobilizada.
REINTEGRAÇÃO - Reintegrar a pessoa à sociedade é outro objetivo da fisioterapia. É a chamada reabilitação. Estimulação do potencial neurológico em pessoas que sofreram seqüelas irreversíveis (perda de membros, lesões neurológicas).
RECURSOS - Os recursos da fisioterapia previnem, curam e reabilitam. Para que o especialista escolha os que serão utilizados, ele terá de analisar não só a doença ou a patologia que deu origem ao problema, mas também como a pessoa estará reagindo ao estímulo da fisioterapia.
Conheça os mais conhecidos recursos da Fisioterapia à sua disposição:
Cinesioterapia - Terapia por movimentos. São exercícios que têm como objetivo trabalhar articulações e musculatura.
Eletroterapia - Terapia com aparelhos elétricos, como o ultra-som, o laser, dentre outros. Facilita a recuperação dos tecidos lesados.
Mecanoterapia - Terapia com aparelhos mecânicos para fortalecer a musculatura.
Massoterapia - Terapia pela massagem. A manipulação dos tecidos e músculos do corpo estimula a circulação, a mobilidade e a elasticidade.
Hidroterapia - Terapia feita dentro da água. Utiliza exercícios para articulações e músculos.
Termoterapia - tratamento com aplicação de calor.
Crioterapia - emprego de gelo como terapêutica, geralmente em aplicações localizadas para tratamento de contusões e luxações.
O QUE FAZ O FISIOTERAPEUTA ?
AFECÇÕES RESPIRATÓRIAS - Ensina exercícios respiratórios para doentes acamados ou com bronquite crônica, asma e enfisema pulmonar. Cuidar dos aparelhos de respiração e aspiração de secreções pulmonares de pacientes no CTI.
DERMATOLOGIA - Fazer massagens e aplicar raio laser, infravermelho ou ultravioleta para evitar ou reduzir retrações musculares e acelerar os processos de cicatrização.
ESTIMULAÇÃO PRECOCE - Ajuda o desenvolvimento físico, motor e sensorial de crianças e bebês com problemas neurológicos.
FISIOTERAPIA DO TRABALHO - Avaliar, prevenir e tratar moléstias causadas pelo exercício de funções exigidas no trabalho.
GERIATRIA E GERONTOLOGIA - Estimular a musculatura, evitar o seu enrijecimento e treinar a coordenação motora de pessoas idosas.
GESTANTES - Ensinar exercícios musculares e respiratórios para evitar problemas circulatórios e de postura em mulheres grávidas e treiná-las para o parto.
NEUROLOGIA - Ajudar pacientes com traumatismo craniano, derrame cerebral, paralisias e recuperar a coordenação motora.
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA - Usar a eletroterapia, termoterapia, hidroterapia para aumentar a capacidade de movimentação, estimular a circulação e diminuir as dores de pacientes com fraturas, traumas musculares e luxações.
REEDUCAÇÃO POSTURAL - Tratar deformidades da coluna ou problemas de postura com exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular.
REUMATOLOGIA - Melhorar os movimentos de pacientes com problemas nas articulações, deformações, artrite e reumatismos.
ONDE SE FAZ O EXERCÍCIO PROFISSIONAL: CONSULTÓRIOS, CLÍNICAS, CENTROS DE REABILITAÇÃO, ASILOS, ESCOLAS, CLUBES, RESIDÊNCIAS, HOSPITAIS, EMPRESAS, PESQUISA, etc

Então, parabéns para os fisioterapeutas e que consigamos cada vez mais vitórias, para benefício dos atuais e futuros pacientes!"
Por hoje é só, pessoal... Beijinhos a todos, obrigada pelos comentários e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 1:16:27 PM
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::Sexta-feira, Outubro 01, 2004::
Aprendendo a conviver com as diferenças
Telma da Camara
"Ele não quer falar. Ela quer conversar.
Se você presencia isso no seu dia-a-dia, tenha paciência - você não está só.
Essa é só uma das diferenças entre homens e mulheres.
O homem se sente relaxado quando se "desliga" do mundo, seja assistindo a televisão, lendo um jornal ou até tirando um cochilinho. Se está preocupado com algo, prefere o silêncio, o isolamento e ficar "trancado" no seu casulo, até que encontre uma solução plausível para o seu problema ou alivie sua tensão.
A mulher, de natureza emotiva, para relaxar do seu dia, quer conversar sobre tudo o que lhe aconteceu: sobre a empregada, os filhos, o trabalho e tudo que está ao seu redor. Esta é a forma que ela tem de desabafar, de descarregar a tensão, e dividindo com alguém, ela se sentirá mais aliviada.
Aliás, esse é um grande ponto de desentendimento entre homens e mulheres que vivem juntos, pois o homem realmente não suporta quando a mulher quer a todo custo que ele fale o que ele está pensando, se ele justamente "ainda está pensando". E elas, odeiam quando querem falar e não encontram a devida atenção do parceiro. Por isso, não pensem que isso é um bicho de sete cabeças, pois isso acontece na maioria dos relacionamentos e nada tem a ver com o amor. Tem a ver que homens e mulheres agem e pensam diferentes.
O homem não costuma falar sobre o que os está incomodando e se sente pressionado e aborrecido quando a mulher não consegue perceber isso, cobrando-o com uma conversa.
Geralmente só "quebra o silêncio" quando já pensou o suficiente para achar pelo menos uma pequena solução.
Com a mulher já é diferente. Ela quer conversar pois acha que conversando é que vai encontrar soluções e, geralmente, procura quem ela confia para "detalhar" sobre o que aconteceu no seu dia.
É tão fácil perceber como a dinâmica do homem e da mulher funciona diferente em vários aspectos. Reparem a diferença de quando um grupo de homens fica sozinho e quando é um grupo formado só por mulheres. A dinâmica da conversa é totalmente diferente.
Os homens conversarão sobre futebol, mulheres e política, sem se aprofundarem demais em qualquer assunto. Discutem de forma prática e trivial e não vão jamais ficar falando dos seus problemas pessoais ou se lamentando uns com os outros.
No grupinho formado por mulheres, elas conversarão sobre os problemas do dia-a-dia, sobre os conflitos emocionais, das causas sociais, falarão e reclamarão de seus parceiros e debaterão os assuntos com muito vigor e entusiasmo. Algumas vezes começam vários assuntos ao mesmo tempo e trocam em minutos de um assunto para o outro, mas incrivelmente, para assombro dos homens, conseguem dar conta de todos os assuntos que começaram.
Para a mulher, dividir os problemas com alguém, não a deixa nem um pouco constrangida. Nem tão pouco se sentirá menos mulher ou diminuída por se sentir frágil.
Os homens não. Nada do que é falado pode ser um comprometedor de sua masculinidade, nem demonstrar demais seus sentimentos. E querem saber? Nem sempre é assim que eles pensam, mas nem por isso eles agirão de forma contrária.
Só para as Mulheres
Se estiver olhando um homem em silêncio, deixe-o como está, pois a mente dele não estará disponível naquele momento. Portanto, nada de ficar perguntando a ele: "O que você tem?" ou "Porque está tão calado?"
Ele voltará a lhe dar atenção, assim que encontrar uma pequena solução para o problema dele ou achar que já aliviou a tensão. Na verdade, muitas vezes nem ele mesmo sabe o que o torna tão distante assim.
Não espere portanto, que ele esteja sempre em contato com os sentimentos dele, pois seria a mesma coisa que exigir que você seja o tempo toda lógica, racional, que não chore ou que fique sem falar, por horas seguidas.
Quando ele estiver pronto, ele falará!
Só para os Homens
Quando estiver olhando para uma mulher, e ela começar a falar um monte de coisas de uma vez, apenas escute, pois é só o que ela quer. Não precisa querer achar uma solução prática pra ela. Se fizer isso, ela pode virar uma fera e achar que você está subestimando a inteligência dela e a capacidade de raciocínio. Ela sabe pensar sózinha e, a não ser que lhe peça uma opinião, se limite a escutá-la. E quando estiver querendo ficar sózinho no seu casulo, diga isso carinhosamente para ela. Ela compreenderá."
Beijinhos a todos e todas e até a próxima!
Enviado por: Debbby - 6:30:51 PM
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