E quem não tem medo? Parte III
Na minha cabeça passa todo tipo de coisa... Todo tipo de pensamento, a todo minuto. E o pior é que eu acho que herdei o jeito preocupadíssimo de minha mãe, com as coisas em geral. Então, às vezes eu me preocupo excessivamente com certas coisas que, no final das contas, eu vejo que não precisava me preocupar tanto.
Uma das coisas que me preocupa muito, é se as pessoas conseguiram chegar direito em casa, depois que todo mundo vai embora, de ônibus ou carro, de um encontro de amigos.
Outra coisa que me preocupa demais, são coisas que eu digo, muitas das vezes sem pensar muito, e que depois ficam me remoendo o tempo todo na cabeça... Geralmente eu acho que eu magoei a tal pessoa e aí, povoam na minha mente, diversas coisas que podem acontecer, desde a pessoa ficar chateada comigo, até o pior...
Tem gente que diz que eu penso demais... Pode ser... Mas como se evitam os pensamentos? Ainda mais quando se quer fazer tudo certinho, sem ferir ou magoar ninguém... Lembram do meu texto sobre o medo de fazer mal a algum paciente, mesmo que involuntariamente, e depois ter que conviver com isso? Pois é, outro medo que eu tenho é de magoar amigos e ter que conviver com isso.
Eu sempre ouvi, na minha infância e adolescência, que as pessoas primeiro devem estar bem com a família e com os amigos mais próximos, para depois tentar fazer o bem a quem não conhece. Então, um dos meus maiores medos é fazer um mal a um amigo ou a alguém da família e depois não conseguir consertar e ter que conviver com isso, com a culpa.
E mais do que medo de baratas, medo de altura, medo de escuro, etc e tal, a gente vai descobrindo medos na gente que a gente nem desconfiava que existiam.
Enviado por: Debbby - 5:51:17 PM
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::Domingo, Setembro 28, 2003::
Toda mulher (ou pelo menos quase todas) é atenta aos pequenos detalhes... E para não ser diferente, daqui a 3 dias (mais ou menos) será o aniversário de 1 mês do meu bloguinho, o Mi Casa, Su Casa.
Então, para não perder o hábito, en "nuestra casa": Entre, puxe uma cadeira, fique à vontade, coma um bolinho e tome um cafezinho. Sinta-se em casa!
Obrigada pelas visitas, apoio, carinho e comentários de todos!
Muitos beijinho, beijocas e beijões!

Enviado por: Debbby - 12:10:21 AM
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::Sábado, Setembro 27, 2003::
A inveja é uma porcaria
É engraçado como as pessoas invejosas são. Minha amiga Vivi e eu estávamos conversando sobre isso num passado distante. Um exemplo: Você está super apertado de grana, sem dinheiro para comprar uma bala sequer. Ganha um sapato novo da sua madrinha. E lá vem o invejoso: Que sapato bonito! É novo?!
E, de repente você tropeça e o sapato estraga. Ele estragou por causa da inveja ou por uma coincidência? Tem gente que acredita que a inveja não faz mal. Tem gente que acredita que toda inveja pega feio. Tem gente que acredita que a inveja só pega se for de pessoas más. E tem gente que acredita que a inveja só pega se você acredita que ela pega.
Seja qual for a sua crença, o fato é que ela existe e é uma praga, uma verdadeira porcaria. As pessoas não sabem o suficiente da sua vida e por isso, quando vêem que você está bem, alegre (mesmo que tenha sido só durante um minutinho), com algo que elas não têm, sentem inveja. E se isso faz mal ou não ao invejado (mesmo ele merecendo ou não), ninguém sabe... Mas se você pensar mais um pouquinho, vai descobrir que a inveja faz muito mal ao invejoso, com certeza.
Eu também já senti inveja na minha vida, de algumas pessoas... Nem eu escapei desse mal... Mas hoje acho que estou me curando disso. O certo é todo mundo começar a cuidar da própria vida. Se não está bom, faça alguma coisa para melhorar (nem que seja só rezar, se não tiver mais nada o que ser feito). Essa história de ficar sentado, de braços cruzados, olhando a grama do outro e achando que ela é mais verde e mais bem cuidada, não está com nada! Faça alguma coisa pela sua graminha também! Você agora está vendo a grama bem cuidada, que é o resultado, mas não viu o quanto que aquela pessoa lutou para conseguir que ela ficasse desse jeito!
E se você é um invejoso, cuidado: se você vê o telhado do outro e acha que ele é melhor que o seu, você, além de não saber o quanto a pessoa lutou para conseguir um telhado assim, não sabe se o telhado tem goteira por dentro, e por isso, então, não queira o telhado do outro porque ele pode ter goteiras terríveis, que ninguém quer para si!
A inveja é uma porcaria, mas tem solução... É só todos os invejosos começarem a mudar seus pensamentos e, como eu disse anteriormente, começar a cuidar da própria vida e não ficar só achando ou pensando.
Enviado por: Debbby - 11:57:19 PM
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::Domingo, Setembro 21, 2003::
Música na caixa
Eu sempre gostei de dançar. Quando eu era pequena, bastava eu ficar parada que eu começava a dançar, fosse em supermercados, na rua, nos shoppings, nas festas, em casa ou em qualquer lugar. Quando eu fiquei "aborrecente", eu queria ir quase todo final de semana para discotecas para dançar. Hoje eu estou mais calma, ou mais enferrujada, não sei... Mas ainda gosto de dançar.
E o engraçado é que quando eu saía com os meus amigos, que não me conheciam bem, eles ficavam muito surpresos quando eu começava a dançar nas discotecas, porque não sabiam que eu gostava de dançar. Eu não sei se eu danço bem ou sou uma vergonha nacional, mas o fato que que eu também não ligo para isso... O meu negócio mesmo é me balançar, deixar fluir, me movimentar ao som da música. Seja ela qual for.
É... é isso mesmo. Eu danço todos os tipos de música: pagode, samba, forró, rock, dance, ritmos eletrônicos, ritmos românticos, pop e até funk, rap e música baiana. Mas é claro que eu não escuto todos esses tipos de música em casa. Não sei se todo mundo consegue compreender, mas em casa, eu só escuto os cantores e bandas de minha preferência, porém numa festa ou discoteca, quando estou bem disposta, eu danço tudo o que tocar, porque a música me invade a alma e me anima, me movimenta. Mas, peraí... Tudo o que tocar??? Não, nem tudo.
Pois é. Eu me recuso a dançar certas músicas. Uma delas, para dar o exemplo, era uma música baiana (que quando eu era mais nova, chamavam de "axé") que em seu refrão canta: "tapa na cara", e a coreografia que os bailarinos dançam é o homem fingindo dar tapas na cara de uma mulher e vice-versa. Eu acho isso simplesmente horrível, me recuso a dançar essa música e sento quando ela toca, ou simplesmente fico parada.
Eu danço, porque todos os ritmos me animam, mas nem sempre a letra colabora. E quando a letra (que eu acho muito importante numa música) vai contra os meus princípios, eu me recuso a dançar... E acho que tenho esse direito, pois pelo menos estou dando a minha contribuição para que não inventem mais letras desse tipo, que incentivam a ignorância, a violência, a má-educação, etc.
Não sei se outras pessoas assim como eu, também dançam qualquer tipo de música. Pelo menos, as minhas amigas mais próximas também são assim e eram elas que iam para as discotecas comigo. E quase todos os meninos que eu conheço não levam o mínimo jeito para a coisa... Por favor, deixem seus comentários dizendo se vocês gostam de dançar, o que gostam de dançar, se não têm o mínimo jeito para isso, ou se abominam essa forma de movimento do corpo, expressão e lazer, que é a dança.
Não há quem não goste de música. A música fala dos sentimentos, das vivências, toca a alma e o coração. E a dança, que vêm quase sempre junto à música, não é diferente. São eles, a música e a dança, presentes de Deus para animar as nossas vidas.
Enviado por: Debbby - 12:09:56 AM
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::Sábado, Setembro 20, 2003::
Deus sabe...
Deus Sabe...
Quando você está cansado e desencorajado
por esforços que não deram frutos,
Deus sabe o quanto você tentou
Quando você chorou por longo tempo,
com o coração cheio de angústia,
Ele contou suas lágrimas.
Se você sente que sua vida está perdida
e que muito tempo também se perdeu,
Ele está confortando você
Quando você está solitário
e seus amigos estão muito ocupados
para um simples telefonema,
Ele acompanha você
Quando você sente que já tentou de tudo
e não sabe por onde recomeçar,
Ele tem a solução ...
Quando nada mais faz sentido
e você se sente frustrado e deprimido,
Ele tenta lhe mostrar respostas
Se, de repente, tudo lhe parece mais brilhante
e você percebe uma luz de esperança,
nesse momento Ele soprou nos seus ouvidos.
Quando as coisas vão bem e você tem muito para agradecer,
Ele está festejando com você ...
Quando algo lhe traz muita alegria
e você se sente refortalecido,
Ele está sorrindo para você .....
Quando você tem um propósito a cumprir
e um sonho para seguir,
Ele abre seus olhos e o chama pelo nome
Lembre-se que onde você estiver,
seja na tristeza ou na felicidade,
mesmo que ninguém mais saiba, Deus sabe...
Uma mensagem de luz, hoje, porque meu coração está em festa.

Enviado por: Debbby - 9:20:47 PM
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::Segunda-feira, Setembro 15, 2003::
E quem não tem medo? (Parte II)
Coragem:
1. Bravura em face do perigo.
2. Intrepidez, ousadia.
3. Resolução, franqueza, desembaraço.
4. Perseverança, constância, firmeza.
Mudança / Mudar:
1. Pôr em outro lugar; dispor de outro modo; remover, deslocar.
2. Dar outra direção a; desviar.
3. Tirar para pôr outro; substituir.
4. Transferir para outro local.
5. Alterar, modificar.
6. Trocar, cambiar; variar.
7. Fazer apresentar-se sob outro aspecto.
Por que essas são coisas tão difíceis na vida da gente? A gente luta por uma vida mais feliz, luta por mudanças... E quando chaga a "hora H", as pernas tremem, o coração bate acelerado e a gente fica achando a mudança a pior coisa do mundo.
E nessa hora, toda a coragem que se junta, todos os planos que se faz, desaparecem... E se passa o momento, você fica se achando a pior pessoa do mundo por ter perdido uma boa oportunidade...
Coragem é coisa preciosa na vida, para se aceitar as mudanças que se deseja.
Enviado por: Debbby - 1:41:36 PM
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::Domingo, Setembro 14, 2003::
E quem não tem medo?
Quando eu entrei para a faculdade, eu tinha uma pequena noção do que era fisioterapia, a carreira que eu escolhi no vestibular, que eu tive com algumas revistas que comprei na época. A grande noção desta profissão, eu tive mesmo foi com a faculdade. E foi no decorrer do curso que eu comecei a gostar de cardiologia e pneumologia, áreas que eu nunca imaginei que fosse gostar, quando tive as primeiras noções do que se tratava a fisioterapia.
Pode ser até que eu não permaneça nessa área, pois para cada lado qua a gente se vira, profissionalmente, a gente encontra uma dificuldade diferente... Sem contar que eu conheço várias pessoas que fizeram estágio e se dedicaram a uma certa áerea, mas conseguiram trabalho em outra e começaram a se dedicar a essa outra área e a amá-la. Mas o fato é que eu fiz estágio em CTI e quero continuar nessa área, pelo menos até alguma mudança de planos.
Mas, trabalhar num CTI implica que qualquer passo em falso pode levar a grandes danos aos pacientes. E isso me deixa com MUITO medo. Eu sei que tenho preparo, pois estudei e fiz mais de 300 horas de estágio, mas mesmo assim, o medo de fazer mal, mesmo que sem querer, a uma pessoa, sempre me acompanha. E como me livrar disso? E se eu fizer algum mal, sem querer e não souber, será que vou ter que pagar por isso, no futuro? E quem sabe a resposta?
Eu acho que todos os profissionais, que têm algum juízo, de qualquer profissão, têm algum medo de errar... Não só pelo medo da punição, mas pelo medo de fazer mal à alguém que lhe confiou um problema, uma vida, e que não merecia a traição da confiança e o mal que lhe foi causado. Assim como o profissional da área de saúde tem medo de matar ou aleijar uma pessoa, o advogado tem medo de que uma pessoa seja injustiçada, o engenheiro civil tem medo que suas construções caiam e matem milhares de pessoas e outros profissionais também têm medo de prejudicar quem não tem nada a ver com a sua história.
Difícil, é dizer qual medo é pior. E mais difícil ainda é encarar o medo e seguir em frente.
Enviado por: Debbby - 12:38:51 AM
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::Sábado, Setembro 13, 2003::
Agradeço, de coração, todas as visitas que recebi por esses dias. Os amigos estranharam o Mi Casa, Su Casa ter surgido, assim, de repente... Mas o fato é que isso aconteceu assim mesmo... foi uma construção em tempo recorde!
Para explicar melhor: Eu já estava com vontade de escrever alguns textos... e fui escrevendo, sem ninguém saber. Quando as idéias se acumularam e ficaram sem casa, eu fiz uma para eles (sem esquecer a ajuda do meu irmãozinho!). E, é claro, eu quis dar uma casa bem fofa e bem confortável, com a visita de amigos como vocês!
E eu espero que o Mi Casa, Su Casa tenha uma vida longa e bem visitada!
Beijinhos a todos!

Enviado por: Debbby - 11:39:09 PM
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::Sábado, Setembro 06, 2003::
Unidos Venceremos
Eu assisti no jornal local da televisão uma matéria sobre as aulas de educação física nas escolas públicas. Essa matéria dizia que muitas escolas públicas de ensino fundamental não tinham aulas, professores, quadras, etc e tal, para os alunos terem suas aulas de educação física e aprenderem os fundamentos dos diferentes esportes, como se sociabilizar, aprender a perder e ganhar, etc, etc, etc.
Isso é ruim para as campanhas de esporte do país porque as "reveleções" do esporte não vão se revelar desse jeito e só quem consegue se revelar é quem consegue entrar para um clube. E pelo que eu saiba, todos os clubes, ou pelo menos sua grande maioria, são pagos.
Bem, eu sempre gostei de esporte, movimento, alongamentos, piscina, dança, e todas essas coisas que envolvem o movimento do corpo... Talvez isso tenha contribuído para eu começar a estudar fisioterapia, embora no meio do curso decidisse que a minha futura especialidade não seria fisioterapia desportiva. Mas isso é outra história que não vem ao caso. O caso é que quando eu estudava na escola, eu lembro que cada semestre esra um esporte diferente. Eu não me lembro a ordem, mas um semestre era vôlei, outro era basquete, outro era handebol e o que sobrava, ou a professora dava ginástica, ou era futebol feminino (que se resultava num verdadeiro desastre e caneladas para todos os lados), ou era queimado, ou hidroginástica, e a cada ano, acho que eu fiz algo diferente. Mas o fato é que no handebol eu era sempre ponta esquerda ou direita e quem era sempre a goleira era uma menina mais gordinha do que eu, que não aceitava sair do gol.
Até que um dia ela faltou e o meu time ficou sem goleira e eu "me candidatei" ao cargo. Os jogadores gostaram de mim como goleira e eu "me descobri" uma boa goleira. A garota gordinha não queria sair do gol porque, como a maioria das pessoas (e principalmente os gordinhos) devem saber, os gordinhos não agüentam correr muito e era muito cômodo para ela ficar no gol. Então, toda aula de educação física era a mesma coisa chata: a turma pedindo para eu ficar no gol e a garota querendo ficar lá. Eu fui me aprimorando como goleira, com o passar das aulas e quando chegou no ensino médio, antigo "segundo grau", eu mudei de colégio e a minha turma tinha aulas sempre com a 8ª série. As duas turmas adoravam jogar handebol e, como quase ninguém queria ser goleira (porque todo mundo gosta de fazer gols e não impedi-los, porque fazer gols dá mais fama!) eu fiquei sendo uma das 2 goleiras (1 para cada time, claro), nas partidas.
Foi aí, então, que o meu colégio resolveu entrar num campeonato de handebol. Os meus pais, todos orgulhosos, compraram luvas, joelheiras, tênis com solado grosso (que até então o meu tênis era baixinho), o colégio comprou uniformes e treinamento especial para o nosso time. Inclusive, eu também recebi treinamento especial de goleiro. Fomos para o campeonato e ganhamos medalha de prata porque perdemos para o Colégio Brasileiro na última partida. Foi muito legal todo o apoio do colégio, de alguns alunos e professores que iam nos assistir, da minha família, doa professores-técnicos (de educação física), etc. A maioria do meu time (principalmente as armadoras, ou seja, o ataque) entraram em clubes para treinar melhor, mas como eu não tinha condições, não fui jogar em clube nenhum. Quando eu cheguei no terceiro ano, o famoso pré-vestibular, a minha turma entrou em um ritmo forte de estudo e não podíamos mais competir.
Então, somente a ex-8ª série, que então passou a ser 2º ano do 2º grau, competia junto com o 1º ano. O 3º ano tinha que fazer vestibular e não podia se distrair com outras coisas. Tínhamos que ser alguém vitorioso na vida, começando por vencer no vestibular e fazer o nome do colégio ganhar fama também.
Mas o fato foi que, apesar de eu ter tido aulas de educação física, ter competido em um campeonato e tudo mais, também me faltou incentivo para me tornar uma atleta. Quem sabe eu estaria este ano em Santo Domingo, nem que fosse como reserva, jogando e sendo vitoriosa? Eu tive condições de ter aulas de educação física, mas não tive condições de entrar para um clube, que poderia me fazer uma atleta.
O que falta no esporte brasileiro, é incentivo, em todos os sentidos e modalidades: incentivo financeiro, incentivo moral, incentivo enquanto se é jovem, incentivo para quem se aposenta se tornar professor ou treinador, além de outros incentivos.
Talvez se aqui no Brasil fosse como no exterior que quem se destaca no esporte ganha uma bolsa de estudos na faculdade... ou talvez (uma idéia minha: quem se destaca no esporte passa para as universidades públicas sem precisar de vestibular), eu teria uma chance de continuar me aprimorando como goleira e estudar na faculdade, sem ter que largar um dos dois para ser vitoriosa. Pelo menos eu teria uma chance, se me achassem uma boa goleira, assim como eu achava que era.
Enviado por: Debbby - 10:59:33 PM
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